Diante da burocracia que norteia as relações na actualidade, a produção de documentos é inevitável. Quando o tempo legal de uso mais intenso desses documentos passa as pessoas dizem que eles vão para o “arquivo morto”. Se pensarmos que os arquivos guardam informações que com o passar do tempo poderão servir para consultas instigadas por dificuldades hodiernas ou mesmo para corrigir distorções históricas oficialmente produzidas, a denominação a eles atribuída não é a mais correcta. Os arquivos são lugares de guarda de documentação, e nenhuma documentação é produzida inutilmente. Muitos historiadores e arquivistas vêm defendendo a importância da preservação e significação dos documentos.
http://arquivistadoispontozero.wordpress.com/2010/08/15/quem-matou-o-arquivo-morto/
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